domingo, 12 de fevereiro de 2012

Calendário  ESCOLAR
ATIVIDADE                                        PERIODO  
1º Jornada Pedagógica                   01 02 e 03 de Fevereiro  
Início do Ano Letivo                   06 de Fevereiro  
Recesso Carnaval                   16 a 22 de Fevereiro  
Recesso de Semana Santa   05 a 08 de Abril  
Recesso Junino                   22 de Junho a 02 de Julho  
Término do Período Letivo   13 de Dezembro  
2º Jornada Pedagógica                   21 de Julho  
Total de Dias Letivos                  200  
Resultados Parciais do Rendimento Escolar dos Estudantes 14 / Dezembro  
Estudos de Recuperação e Avaliação Final   15 a 20 de Dezembro  
Entrega das Atas dos Resultados Finais                   21 de Dezembro  

sábado, 19 de março de 2011

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA
MÍDIAS DA EDUCAÇÃO 
ATIVIDADE 3 ETAPA 3
ALUNA: MARINALVA TEIXEIRA




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RELATÓRIO DA JORNADA PEDAGÓGICA 2011


A jornada pedagógica no Colégio Estadual Idalice Nunes aconteceu no período de 01 a 04 de fevereiro de 2011, subsidiada pelos documentos, princípios e eixos da Educação da Bahia cujo foco o planejamento escolar.
Tendo em vista que o ato de planejar é sempre um ato de reflexão, de tomada de decisão sobre a ação, partimos dos resultados da avaliação e planejamos com vista a dar uma resposta a um problema que consideramos como crítico na nossa escola – a leitura e a escrita.
Sabemos que o homem organiza e disciplina a ação, tornando-a mais responsável, mais complexa pelo planejamento.
Discutimos, avaliamos a nossa caminhada com base na programação da Secretaria de Educação do Estado da Bahia, por que acreditamos que as sugestões correspondem com o nosso entendimento de que a ação planejar possibilita transformar a realidade numa direção escolhida, dá clareza às ações e põe em ação um conjunto de técnicas para racionalizá-las.
Refletir sobre a realidade escolar é o primeiro passo para a melhoria do trabalho pedagógico, pois, entendemos como meio necessário para a melhoria do ensino e da aprendizagem.
A direção, professores e coordenadora pedagógica, em unanimidade destacaram a validade das diretrizes da jornada pedagógica desse ano, a qual acolhemos pela sua pertinência, e o interessante é que experienciamos na prática.
Durante o processo de avaliação e reavaliação das ações para esse ano letivo, ficou configurado que a mensagem, 10 palavras proferida pela equipe gestora na abertura da jornada, foi importante, pois, a reflexão da mesma ressalta que o nosso trabalho precisa ser fortalecido como equipe, conforme texto abaixo:
A palavra de duas letras mais egoísta “EU”, evite-a...
A palavra de três letras mais venenosa... “EGO”, elimine-a...
A palavra de quatro letras mais usada “AMOR” pratique-o...
A palavra de seis letras mais rápida...  “FOFOCA” ignore-a...
A palavra de seis letras mais necessária ... “Perdão” aplique-o...
A palavra de três letras mais satisfatória ‘nós” use-a...
A palavra de nove letras mais agradável ... “humildade” aprenda-a...
A palavra de nove letras mais essencial ... “confiança” tenha fé...
A palavra de onze letras mais amorosa:  “Jesus Cristo” siga-o.
Que Deus te abençoe!
Feliz Dia!
Eu peço por você...
Em seguida, assistimos ao vídeo de Anísio Teixeira e as orientações via Web que assegurou a nossa compreensão sobre os procedimentos a serem assegurados no planejamento escolar.
No 2° momento discutimos os indicadores da escola, destacando os pontos fortes e os que precisam ser melhorados para serem utilizados no planejamento.

Discutimos a avaliação como reflexão transformadora em ação que nos impulsiona a novas reflexões sobre a nossa realidade. Desse modo, esse momento aconteceu com muita interatividade, onde os educadores discutiram nossas práticas pedagógicas e aprendemos sobre nós e nossa realidade escolar.


O ato de avaliar pressupõe acolhimento


A avaliação torna-se um ato amoroso na medida em que inclui o educando no seu curso de aprendizagem.
Durante esse momento vivenciamos quanto é abrangente o processo de avaliar, por que implica uma reflexão sobre a prática, no sentido de captar seus avanços, suas resistências, suas dificuldades.
Nesse espaço destacamos os indicadores da escola, rendimento, evasão e repetência, para desencadear a discussão e pontuar as dificuldades de aprendizagem e os conteúdos críticos. Pois, a avaliação necessita ser colocada a serviço do processo de ensino e aprendizagem, visando acompanhar o processo de aquisição de competências e ajudar os alunos a aprenderem melhor.
Em continuidade os professores enfocaram a necessidade de o planejamento ser efetuado por área do conhecimento, permitindo as interfaces.
Ainda nesse espaço realizamos a avaliação dos projetos (2010) para discutir e avaliar os que poderiam continuar. Nesse momento revisamos a Agenda 2010, avaliando-a e construindo a nova Agenda para o ano de 2011.
Depois da avaliação institucional, reservamos os dias 03 e 04 de fevereiro para a elaboração dos planos de curso por áreas e componentes curriculares, considerando a contribuição de cada área na consolidação do projeto: todos somos responsáveis para desenvolver o trabalho voltando o foco para Leitura e Escrita. Para esse planejamento utilizamos como subsídios as matrizes curriculares de referencia da SEC e a matriz de referencia SAEB/Prova Brasil.


E reafirmamos que de modo bastante produtivo proporcionamos a socialização e discussão dos trabalhos realizados nesse período, com os quais discutimos ajustes e pontos positivos, que com certeza melhorará a nossa prática.
As orientações para o planejamento pedagógico oferecidas pela SEC na jornada foam muito significativas, tanto em relação ao material escrito como o disponibilizado via web. Esse ambiente permitiu uma maior socialização dos objetivos da jornada. O recurso apresentou com muita clareza o programa de garantia do percurso educativo, que pontua dificuldades de aprendizagem, conteúdos críticos, e as alternativas metodológicas, como oficina de leitura, textos, artes e outras referências para a organização de conteúdos básicos por disciplina. Essa forma facilitou o entendimento da concepção, diretrizes, objetivos da nossa educação de acordo com o propósito da Secretaria de Educação do Estado da Bahia.
Como diz os professores:

“A jornada pedagógica deste ano na nossa escola teve um foco local, pautada na realidade da nossa própria instituição”
(Profª Aparecida)

“O planejamento realizado na própria escola é bem mais real, mais proveitoso, pois, a teoria e prática se concretizam”
(Profª Emília Malheiros)

“A jornada pedagógica na escola foi muito positivo, pois, pudemos discutir questões pertinentes a instituição. O material para elaboração do plano de curso já se disponibilizava na biblioteca, o que facilitou muito o trabalho do professor. Outro ponto positivo foi ser apenas um turno, pois possibilitou o professor, a aproveitar melhor o tempo, e findando a jornada cada profissional já havia preparado sua primeira semana de aula” (Profª Maria Eunice)

Os depoimentos revelam o quanto foi produtivo o nosso encontro e a prevalência do coletivo, torna a escola mais coesa com os princípios de uma educação realmente emancipatória.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Sistema de Avaliação


Sistema de Avaliação
Indispensável a toda atividade humana, avaliar é, em um sentido geral, emitir um juízo, uma interpretação, sobre o valor ou qualidade de certos ideais, trabalhos, situação, métodos...
Avaliamos para acompanhar mudanças que os sistemas sofrem. Como os processos de ensino-aprendizagem são atividades que provocam modificações no aluno e no professor, cabe à escola dispor de um sistema de avaliação adequado que possa revelar a evolução de indivíduos, em um contexto abrangente, que extrapole as medições estritamente quantitativas de aquisição de conhecimentos.
Convergente com princípios norteadores, propalados nesta proposta pedagógica, o sistema de avaliação do Colégio Santa Cecília tem como objetivo desenvolver a autonomia do educando, contribuindo para o seu pleno desenvolvimento social, moral e intelectual.
Além disso, a implantação de metodologias inovadoras nos processos de ensino-aprendizagem exige modelos de avaliação, também, novos e condizentes com formas mais interativas nas relações avaliador-avaliado.
Entendido o significado da avaliação como um recurso de aprimoramento de indivíduos e diversos níveis de organização, o processo avaliativo deixa de ser imposição e passa a ser um ato partilhado e construtivo.
Esclarecido o significado da avaliação, cabe, agora, responder a algumas perguntas pertinentes ao sistema de avaliação adotado.

A- POR QUE AVALIAR?
Avaliamos para estimular uma reflexão crítica sobre os processos evolutivos que estão sendo desencadeados nos agentes do sistema educacional (gestores, coordenadores, professores, alunos...).
A avaliação permite correção de rumos nas transformações que estão sendo provocadas e, a partir de parâmetros de comparação, serem tomadas decisões, sempre tendo como objetivo o desenvolvimento aprimorado e pleno do educando.

B- PARA QUEM AVALIAR?
Considerando a avaliação como um processo para facilitar as mudanças, então, em síntese, avalia-se para: o próprio indivíduo (cada um deve, individualmente, reconhecer a importância do aprimoramento contínuo do ponto de vista pessoal, moral, intelectual...); a sociedade (coletivamente, é necessário buscar padrões superiores de qualidade no aprimoramento das relações sociais).

C- QUE AVALIAR?
Se a missão da escola é a autoformação assistida, visando o pleno desenvolvimento do educando, então a avaliação da aprendizagem, focalizada apenas em conteúdos, não é suficiente.
É necessário agregar à avaliação escolar, ao nível do indivíduo, indicadores de avaliação que permitam acompanhar o domínio de competências e habilidades.
Ampliando a avaliação escolar para a escala institucional, a intenção é adotar indicadores que acompanhem:
Recursos instrucionais
Eficiência metodológica
Interdisciplinaridade
Equilíbrio nas relações

D- QUEM FAZ A AVALIAÇÃO?
Integrantes do sistema educativo do Colégio Santa Cecília têm e devem ter competências desenvolvidas para se avaliarem, em uma grande tarefa coletiva de aprimoramento mútuo. Portanto, todos devem estar preparados para avaliar e serem avaliados.

E-COMO AVALIAR?
A avaliação escolar no Colégio Santa Cecília é feita através do uso de indicadores qualitativos e quantitativos, adotados de forma combinada.
No sentido geral, os indicadores podem ser expressos em dados de medições e informações qualitativas que permitam verificar de que forma uma variável está sofrendo transformações.
Nos processos de ensino e aprendizagem, os indicadores traduzem "comportamentos" ou elementos de um desempenho ("performance") que informam sobre a evolução ou consolidação da aprendizagem.
Os indicadores adotados são, essencialmente, de dois tipos: indicadores quantitativos (constituem uma medida numérica, claramente relacionada com a variável que está sendo avaliada); indicadores qualitativos(referem-se, em geral, a processos e situações no ambiente da aprendizagem, que não são facilmente mensuráveis mas que, mesmo assim, são perceptíveis).
A combinação dos indicadores quantitativos e qualitativos compõe, conjuntamente, a critério de professores e alunos, a nota de exercícios, provas, relatórios, arguições, projetos, pesquisas, redações, monografias...
A equipe do Colégio Santa Cecília entende que a avaliação diagnóstica de diversos processos de ensino-aprendizagem deve apontar para a busca do melhor de todos, além disso, a prática avaliativa deve estimular a autonomia e ser sempre uma fonte de reflexão sobre os caminhos das transformações, nunca uma ameça.
Seguem outros indicadores usados na avaliação escolar:
Indicadores operacionais ( ou de atividades ) : estão diretamente relacionados com o tempo e com a qualidade das atividades desenvolvidas nos diversos espaços pedagógicos; são úteis para acompanhar, por exemplo, o desenvolvimento do conteúdo da disciplina em relação a um cronograma previamente estabelecido.
Indicadores de resultados: estão relacionados com os objetivos específicos de uma determinada ação no desenvolvimento de um programa ou atividade. Para o uso adequado dos indicadores de resultados é importante que os objetivos específicos sejam explicitados de forma bem clara para que se tenha exatidão na "medida". Estes indicadores estão, principalmente, associados ao desenvolvimento de habilidades.
Indicadores de impactos: referem-se às transformações que estão relacionadas com os objetivos gerais; expressam mudanças mais significativas. Ao nível das disciplinas, estes indicadores se associam, principalmente, ao desenvolvimento de competências.
Indicadores de contexto: visam acompanhar transformações relacionadas com o entorno mais amplo, em relação ao meio escolar, por exemplo. São usados para aferir ações na escola que provocam mudanças, na família ou na sociedade. Existem atividades de uma disciplina, na sala de aula, que provocam mudanças na escola como um todo, neste caso, podem-se adotar, também, indicadores de contexto.
Indicadores de processo: referem-se à execução de um projeto ou programa, e envolvem sequência de ações, metodologias adotadas, estilo de atuação da equipe executora, etc. 

Avaliação

        AVALIAÇÃO

        Concebemos a avaliação como algo absolutamente inerente ao nosso trabalho, na perspectiva de uma postura constante de observação, investigação e crítica construtiva em relação à qualificação de nossa prática e intervenções didáticas, procurando conscientizar-nos dos aspectos que estão dando certo e que podemos ampliar, dos que têm de ser modificados, revistos, melhorados e aprofundados e do que ainda tem de ser buscado, inventado, criado em termos de novas alternativas, dentro da própria equipe, em nossos momentos de estudo e trabalho coletivo, através de iniciativas individuais ou de cursos e seminários que frequentamos ou promovemos.
        Essa avaliação inclui o professor e sua própria prática, a equipe pedagógica e a proposta da escola, passando pela relação com os pais e comunidade escolar geral, com os alunos e sua própria aprendizagem
        "O processo avaliativo parte do pressuposto de que se defrontar com dificuldades é inerente ao ato de aprender. Assim, o diagnóstico de dificuldades e facilidades deve ser compreendido não como um veredito que irá culpar ou absolver o aluno, mas sim como uma análise da situação escolar atual do aluno, em função das condições de ensino que estão sendo oferecidas. Nestes termos, são questões típicas de avaliações:
“A avaliação escolar exige também que o professor tenha claro, antes de sua utilização, o significado que ele atribui a sua ação educativa.”
 A avaliação é contra-indicada como único instrumento para decidir sobre aprovação e reprovação do aluno. O seu uso somente para definir a progressão vertical do aluno conduz a reduções e descompromissos. A decisão de aprovação e retenção do aluno exige do coletivo da Escola uma análise das possibilidades que essa Escola pode oferecer para garantir um bom ensino.
A avaliação escolar também é contra-indicada para fazer um diagnóstico sobre a personalidade do aluno, pois sua abrangência limita-se aos objetivos do ensino do programa escolar.
A avaliação escolar é contra-indicada para fazer prognóstico de sucesso na vida. “Contudo, o seu mau emprego pode expulsar o aluno da Escola, causar danos em seu autoconceito, impedir que ele tenha acesso a um conhecimento sistematizado e, portanto, restringir a partir daí suas oportunidades de participação social.” 
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Por que não conseguimos alcançar uma avaliação de qualidade no espaço escolar ?
Qual o processo de aprendizagem desenvolvido?
Que resultados produzimos como educadores?
 E porque produzimos tais resultados?


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Discutindo Avaliação da Aprendizagem

Meu objetivo em criar este blog é abrir espaço para a construção de conhecimentos sobre o tema Avaliação da Aprendizagem,  pois considero um assunto extremamente importante para todos que trabalham na aréa educacional , neste ambiente postarei textos , videos  e artigos que, com certeza será útil para ampliação dos conhecimentos  bem como espaço de discurssão e questionamentos a cerca deste tema que constitue ainda um devir no espaço escolar . Avaliação sendo bem discutida constituirá um instrumento de emancipação e de autonomia, se bem  entnedida pode tornar-se meio de inclusão social .Ela nesta concepção deve ser compreendida como ato processual que envolvem os aspectos político e social de uma determinada cultura. Assim avaliar faz parte da cultura humana precisando ser historicizada para entender como acontece no mundo contemporâneo para que possamos construir novas paradigmas no mundo midiático, portanto como diz Vasco Moreto Precisamos entende-la como um momento privilegiado para estudo, pois avaliar faz parte de todo processo de Ensino e Aprendizagem.